Foram enterradas as jovens que morreram em acidente perto de Leopoldina
Publicação:
12 de junho de 2009
O capotamento de um carro provocou a morte de duas mulheres e deixou outras três feridas com gravidade. O acidente aconteceu na BR-116, perto de Leopoldina. Era madrugada e os cinco ocupantes do carro voltavam de uma festa em Laranjal.
No velório, parentes e amigos comovidos. A mãe de Aline Moraes Barcellos, 25 anos, estava inconsolável. Carolina Gomes Tomé, 29 anos, era filha única. Para os familiares é difícil entender a morte das duas. As duas jovens estavam no carro com mais três pessoas. O veículo era dirigido por Sérgio Guedes, 28 anos. O pai conta que ele é caminhoneiro, com experiència de estrada, mas perdeu o controle da direção numa curva da BR-116, próximo ao bairro Três Cruzes, em Leopoldina. O veículo desceu até parar num barranco com cerca de dois metros de altura. A faxineira Irene Gonçalves conta que acordou com o barulho da batida.
A auxiliar de escritório Taís Gonçalves Martins diz que ajudou a socorrer as vítimas. Ela conta que o motorista mal conseguia falar, visivelmente embriagado.
A Polícia Rodoviária Federal chegou a pedir um exame para detectar possíveis vestígios de bebida alcóolica no sangue de Sérgio Guedes, mas as circunstâncias do acidente serão investigadas pela Polícia Civil de Leopoldina. Um inquérito será aberto e vai se basear no laudo da perícia e no depoimento de testemunhas.
Giselle Brito de Moura foi transferida para o Hospital São Paulo, em Muriaé. Franceila Nogueira Lamoglia está internada na Casa de Caridade de Leopoldina e não corre risco de morrer. Sérgio Guedes teve ferimentos leves e permanece internado no hospital de Leopoldina.
Por MGTV Panorama
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4 Comentários Publicados
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JOARLIS — 14/06/2009 @ 15:05 pm
SOU CUNHADO DE UMA DAS VITIMAS, GOSTARIA DE SABER O PORQUE A PRF ESTEVE NO HOSPITAL COM O CONDUTOR DO VEICULO E NAO FEZ O TESTE DO BAFÔMETRO, POIS DE ACORDO COM TESTEMUNHAS O MOTORISTA ESTAVA EMBRIAGADO? DEVEMOS CONFIAR NA POLICIA ? GOSTARIA DE TER MAIS INFORMACOES SOBRE A TAIS GONÇALVES MARTINS.
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maria jose brito moura — 16/09/2009 @ 21:09 pm
sou mae duma das vitimas e vamos sofrer consequencias desse acidente pro resto da vida. minha filha está paraplegica e até hje não se puniu o responsavel q dirigia em alta velocidade e embriagado
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jose eduardo botelho — 02/02/2010 @ 20:02 pm
temos queter teste de bafometro na
cidade de leopoldina.
nas madradas so da malucos no folante
bebados mesmo.
falta pouco pra_outras tragedias
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Aldenir de Souza Zangirolani — 30/04/2010 @ 14:22 pm
É lamentável que as leis no Brasil sejam diferentes para cada cidadão. Um peso e duas medidas. Não há menção se os ocupantes do veículo estavam ou não com o cinto de segurança; as condições do carro, a velocidade do tráfego, documentação em dia e o laudo clínico que verifica se o condutor estava ou não embriagado. Existem pessoas influentes e esta bem próvável que seja. Espero que as medidas sejam transparentes e dentro do que preconiza a justiça brasileira. Apesar de eu achar o Poder Judiciário o pior dos poderes no Brasil.



